
SANTANDER É PROIBIDO DE DEMITIR FUNCIONÁRIOS COM DOENÇA OCUPACIONAL
17 de dezembro de 2020
Pix supera DOC e representa 36% das transferências do sistema bancário
17 de dezembro de 2020Os efeitos da pressão e cobrança por independência financeira, acentuados em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus, são sentidos na pele do trabalhador brasileiro. Eles acabam sofrendo e tendo dificuldade para dormir. Os dados da pesquisa da FEEx (Fia Employee Experience) são alarmantes.
Cerca de 47% dos empregados têm algum problema na hora do sono, outros 32% sofrem com estresse excessivo ou esgotamento mental e em torno de 60% pratica atividade física com pouca ou nenhuma frequência. Pelas cobranças, os funcionários com pior sono são os que têm até 17 anos e os entre 18 e 26 anos.
Quando se trata do cargo, cerca de 54% dos trainees e 48% dos estagiários possuem dificuldade para dormir. Já os gerentes, apesar de afirmarem que dormem bem, são os que mais se sentem pressionados psicologicamente, 51,3% dos profissionais sofrem com estresse excessivo ou esgotamento mental gerado pelo trabalho.

