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Mais jovens são os que mais buscam flexibilidade no trabalho, diz pesquisa

Os jovens brasileiros nascidos entre 1984 e 2009 são os que mais priorizam flexibilidade e bem-estar no trabalho. É o que diz o Anuário de Benefícios Corporativos 2023.

Dos que se encaixam na geração Y (nascidos entre 1984 e 1995), 38% responderam à pesquisa afirmando que buscam essas duas características ao escolher um emprego. A geração Z (1995 a 2009) teve 34,8% no indicador.

“Hoje, a flexibilidade é em si um benefício, e não uma modalidade de concessão deste”, declara Bruno Montejorge, vice-presidente da Swile Brasil, que coordenou o levantamento.

Ele também analisa que os jovens de hoje ocuparão cargos de poder nas companhias no futuro. Portanto, quando isso acontece, Montejorge prevê que a preferência por flexibilidade nos benefícios concedidos se “intensificará”.

Benefícios mais valorizados

Independentemente da faixa geracional, as categorias mais valorizadas pelas empresas na hora de oferecer benefícios aos funcionários são: vale-refeição (81,2%), assistência médica (81,1%), seguro de vida (67,1%), assistência odontológica (62,4%) e vale-alimentação (57,2%).

Outro dado levantado é que, quanto ao salário do empregado, mais determinantes são os benefícios no momento de escolher uma vaga.

Por isso, Bruno Montejorge lembra de decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em agosto. O texto deu diretrizes ao PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador).

Por exemplo, o decreto manteve a proibição de rebates disfarçados, como cashbacks e programas de pontos.

Ainda, os empregados que recebem vale-refeição e vale-alimentação podem, desde a decisão, escolher a empresa de sua preferência para a gestão de seus benefícios.

A portabilidade, que já existia para os salários, passa a ser um direito garantido por lei também para auxílios de alimentação.

“Com a ratificação da proibição pelo novo decreto e o fim das maneiras criadas pelas operadoras tradicionais para disfarçar o rebate, a expectativa é que haja ampla abertura de mercado, sem nenhuma prática criativa por parte dos incumbentes, como forma de burlar a lei. Dessa forma, cada vez mais, as companhias poderão oferecer benefícios que se encaixam de acordo com a prioridade de cada colaborador”, afirma Montejorge.

Fonte:R7

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