Sindicatos querem regulamentação do teletrabalho

Pará investiga pólio em criança de 3 anos. Seria 1º caso em mais de 40 anos
10 de outubro de 2022
Mobilização contra as terceirizações do Santander
10 de outubro de 2022
Pará investiga pólio em criança de 3 anos. Seria 1º caso em mais de 40 anos
10 de outubro de 2022
Mobilização contra as terceirizações do Santander
10 de outubro de 2022

Sindicatos querem regulamentação do teletrabalho

Teletrabalho, home office ou trabalho remoto.

Além dos problemas inerentes ao dia a dia que os trabalhadores enfrentam, como doenças ocupacionais e ataque aos direitos, quem fica mais tempo na frente do computador ou celular por conta do teletrabalho é mais suscetível ao adoecimento mental. Na pandemia de Covid-19, junto com o aumento da jornada, o trabalho remoto colaborou para a alta de casos de ansiedade, estresse, depressão e Síndrome de Burnout.

Em novembro do ano passado, levantamento feito pela rede social LinkedIn mostrou que durante a pandemia 62% das pessoas estavam mais ansiosas e estressadas com o trabalho do que antes, no presencial. Como muitas empresas adotaram a modalidade em definitivo, os trabalhadores passam horas digitando, em reuniões on-line ou respondendo mensagens de trabalho a qualquer momento.

O movimento sindical cobra a regulamentação do teletrabalho. O adoecimento pode ser evitado com a desconexão e o estabelecimento de uma rotina de trabalho sem auto exploração. Entre junho de 2020 e maio de 2022, o tempo que o trabalhador ficou em atividades digitais cresceu 85%. A jornada de trabalho aumentou em 6,7%, ultrapassando 60 horas semanais e a quantidade de reuniões como a comunicação eletrônica, por meio de WhatsApp aumentou em 20%. Os dados são do estudo da Fhinck.

 

Fonte: O povo

Os comentários estão encerrados.