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24 de agosto de 2021Trabalho de domingo a domingo. Sem poder se desligar. A pandemia obrigou milhões de brasileiros a trabalharem de casa. Uma rotina que, em pouco tempo, se tornou um verdadeiro pesadelo. Os bancários sabem bem.
O tempo não é melhor administrado, como se pensava antes da crise sanitária. As pessoas passaram a trabalhar mais. Muitas vezes precisam utilizar o tempo livre para dar conta das demandas. As cobranças cada vez mais agressivas aumentaram e não têm hora para chegar no celular. Aí de quem desligar o aparelho para recarregar as energias.
As metas explodiram. A tensão em ter de manter a produtividade em nível absurdamente alto para não ser punido ou demitido tem consequências sérias para a saúde. Estresse crônico, ansiedade, distúrbio do sono, depressão. As doenças psicológicas dispararam.
Os bancários estão entre os mais atingidos. O assédio moral era bem conhecido entre a categoria, mas se agravou com a pandemia. Para piorar, o trabalhador tem de lidar com a falta de condições e equipamentos adequados em casa.
O resultado não poderia ser diferente. Além das doenças de cunho psicológico, as LER/Dorts, ligadas à falta de estrutura adequada, tiveram crescimento assustador. O problema deve ser enfrentado de frente junto aos bancos.
Fonte: Seeb/Bahia

