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22 de fevereiro de 2023O Sindicato dos Trabalhadores Unidos acusa a Tesla de ter demitido mais de 30 funcionários de sua fábrica em Buffalo, Nova York, no dia seguinte à divulgação dos planos de formação de um sindicato pelos trabalhadores. Segundo a organização, pelo menos um dos demitidos fazia parte do comitê organizador composto por 25 funcionários, enquanto vários outros estavam envolvidos em discussões trabalhistas. A denúncia foi formalizada junto ao Conselho Nacional de Relações Trabalhistas dos Estados Unidos (NLRB).
Em declaração oficial, o Sindicato dos Trabalhadores Unidos alegou que as demissões ocorreram “em retaliação à atividade sindical e para desencorajar a atividade sindical”. A organização está buscando uma liminar no tribunal federal para proteger os direitos dos trabalhadores em seu processo junto ao Conselho Nacional de Relações Trabalhistas dos Estados Unidos (NLRB).
O organizador do Workers United — sindicato americano e canadense que representa cerca de 86 mil trabalhadores —, Jaz Brisack, que ajudou no movimento sindical, afirmou que “esta é uma forma de retaliação coletiva contra o grupo de trabalhadores que iniciou este esforço de organização” e é “projetado para aterrorizar a todos sobre as possíveis consequências de sua organização”.
De acordo com a legislação federal dos Estados Unidos, a retaliação contra a organização de sindicatos é considerada ilegal. Diante disso, os trabalhadores demitidos em razão de sua atividade sindical podem apresentar reclamações junto ao Conselho Nacional de Relações Trabalhistas (NLRB) e, se comprovada a retaliação, podem ter direito à reintegração ao emprego, bem como ao recebimento de salários atrasados.
Fonte: Terra

