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7 de março de 2022Depois dos funcionários com doenças específicas do grupo de risco terem conquistado o retorno ao home office no BB e a terceirização da telemedicina, que vem oferecendo um atendimento de má qualidade
Após conseguir, na mesa de negociação, um avanço para assegurar a saúde dos funcionários do Banco do Brasil que sofrem com alguma comorbidade e dos mais frágeis, do ponto de vista médico, os sindicatos querem debater o papel da Cassi no fortalecimento da Estratégia Saúde da Família, o que é considerado fundamental, especialmente para os pacientes do grupo de risco. O debate tornou-se fundamental após os trabalhadores terem conquistado o retorno ao home office no BB e a terceirização da telemedicina, que vem oferecendo um atendimento de má qualidade.
Empresa novata
O banco entregou o setor para a empresa norte-americana Iron, instalada no Brasil desde 2020. O contrato com a Cassi foi o primeiro firmado pela empresa estrangeira no Brasil.
O movimento sindical estranhou o fato de que uma empresa tão novata no mercado brasileiro tenha sido logo contratada pelo maior plano de saúde de autogestão do país, a Cassi.
Para os sindicatos, “a terceirização tende a aumentar os custos da Cassi e reduzir a qualidade dos serviços aos associados”.
Os bancários reclamam, e com razão, que a cada novo contato com o Teleatendimento da Cassi, ao invés de ser direcionado à Estratégia Saúde da Família (ESF), ligado às CliniCassi, o associado é encaminhado para um médico diferente do mercado.
Fonte : Seeb/Rio

