
No Santander, ano começa com retirada de direitos
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Os servidores do Banco Central em cargos de chefia começaram, nesta segunda-feira (3), a entregar seus cargos. São cerca de 500 postos comissionados. O movimento é similar ao desencadeado pelos fiscais da Receita Federal em dezembro. O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) organiza uma paralisação nacional no próximo dia 18. Em nota divulgada nas redes, a entidade afirma que, além de não atender as reivindicações dos servidores em relação a recursos no Orçamento de 2022 para o reajuste salarial, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, “presenteou” os funcionários em 31 de dezembro com um e-mail de fim de ano “no mínimo lamentável”.
Muitos elogios ao trabalho dos servidores (merecidos, é claro), mas nenhum comentário sobre as duas grandes assimetrias que o funcionalismo do BC sofre em sua gestão”, diz o sindicato. A primeira assimetria, continua a nota, é que os policiais federais e os servidores da Receita Federal terão reajuste salarial em 2022, “aprofundando ainda mais as diferenças remuneratórias entre o BC e carreiras congêneres”.
A segunda é o fato de já ter havido acordo com servidores da Receita, do Tesouro Nacional, além de policiais rodoviários federais, entre outros. “De elogios inócuos e ‘tapinhas nas costas’ os servidores estão cansados”, protesta o sindicato.
Fonte : Seeb/Rio

