Ser anti-social (ou não) tem relação com sua genética, aponta estudo

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Ser anti-social (ou não) tem relação com sua genética, aponta estudo

Fugir” de um conhecido no mercado ou atravessar a rua para não precisar cumprimentar alguém são apenas alguns exemplos do que pode ser considerado ser alguém anti-social.

Fato é que não é sempre que a simpatia e cordialidade se fazem presentes em nossas vidas. Contudo, um estudo apontou que a genética pode ter uma grande influência no quão social (ou anti-social) somos.

Acredite: pesquisadores da National University of Singapore descobriram que dois genes (CD38 e CD157) que são considerados seus hormônios sociais, podem ser responsáveis por ditar se alguém é extrovertido ou mais reservado.

O que a genética tem a ver com ser anti-social?
De acordo com o estudo, pessoas com níveis mais elevados de CD38 tendem a ser mais sociáveis do que outras devido à quantidade de oxitocina que leva à “

liberdade” de ser mais extrovertido.

Contudo, mesmo que você seja geneticamente inclinado a ser mais sociável, viver cheio de pessoas e compromissos à sua volta também não é

necessariamente uma vitória.

Isso porque, na verdade, o pesquisador e antropólogo britânico Robin Dunbar, que estuda o impacto da interação e dos relacionamentos humanos, relatou que o tamanho do cérebro humano impõe um limite ao seu círculo social.

Fonte : Boa forma

 

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