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4 de outubro de 2017Em um esforço para aumentar e igualar o salário das mulheres em relação ao dos homens em todo mundo, foi lançada neste mês uma aliança global na sede das Nações Unidas em Nova Iorque.
A média de ganhos mensais de pessoas do sexo feminino em 2014 estava 17% mais baixa que do sexo masculino, de acordo com a OCDE. Além disso, em muitos países, quanto maior o nível de ganhos e habilidades, maiores as diferenças de remuneração entre homens e mulheres.
Segundo a OIT, o pagamento justo para as mulheres se traduz em benefícios ao longo de suas vidas, bem como de suas famílias. Isso impulsiona as perspectivas de carreira e os ganhos ao longo da vida, além da maior independência e maiores investimentos na educação e saúde de seus filhos.
A diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirmou que “não há justificativa para um salário desigual para mulheres quando seu trabalho tem o mesmo valor que o de homens. Essa injustiça tem sido invisível por muito tempo e juntos mudaremos isso”.
Além de empoderar as mulheres, a igualdade salarial irá impactar outros objetivos-chave, como promover sociedades inclusivas, reduzir a pobreza, criar condições de trabalho decentes e a igualdade de gênero.
De acordo com o comunicado à imprensa, a EPIC “reunirá um conjunto diversificado de atores nos níveis global, regional e nacional para apoiar os governos, empregadores, trabalhadores, organizações e outras partes interessadas, para fazer o mesmo salário entre mulheres e homens por trabalho de igual valor, uma realidade”.
Os objetivos estão vinculados à Agenda 2030 para Desenvolvimento Sustentável , em particular o Objetivo oito, sobre o trabalho decente e o crescimento econômico, e o cinco, sobre igualdade de gênero. A meta é alcançar a igualdade salarial por trabalhos iguais até 2030.
* Fonte: ONU Brasil / OIT

