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Ministério do Trabalho divulga lista suja do trabalho escravo com 132 novos nomes

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou, nesta quarta-feira (5), a atualização da Lista Suja do Trabalho Escravo que agora já tem 289 nomes de empresas e pessoas flagradas em operações de combate ao trabalho escravo. São empregadores que exploram mão de obra em condições degradantes de trabalho como a restrição à liberdade, o sequestro de documentos, jornadas exaustivas e, muitas vezes, sem nenhuma remuneração.

Ao todo, foram incluídos 132 novos nomes na atualização, que é feita duas vezes por ano, nos meses de abril e outubro. Na nova leva, são 109 empregadores pessoas físicas e 23 empresas que passam a fazer parte da lista.

A maior parte dos nomes, incluindo os que já constavam da listagem, é de empregadores que atuam no meio rural. O nome “fazenda”, por exemplo, aparece 162 vezes na lista dos estabelecimentos, além de outros empregadores denominados ‘sítio’(23) e ‘propriedade rural’ (5).

Mas há ainda outros casos como garimpos, carvoarias, cerâmicas, construção civil e trabalho doméstico, como o de Dalton Cesar Milagres Rigueira, denunciado pelo Fantástico em 2020, que manteve a trabalhadora Madalena Giordano em condições análogas à escravidão por 38 anos, desde que ela tinha apenas 8 anos de idade.

 

Fonte: G1

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