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25 de dezembro de 2023O decreto de reformas econômicas do presidente da Argentina, Javier Milei, tem como um de seus objetivos acabar com a contribuição sindical obrigatória no país. Segundo o texto, enviado ao Congresso na 6ª feira (22.dez.2023), os trabalhadores deverão autorizar explicitamente para que uma porcentagem da contribuição seja descontada do seu salário. O decreto acaba com as chamadas “taxas solidárias”, ferramenta de arrecadação para os sindicatos que estabelecem descontos obrigatórios para todos os trabalhadores de uma atividade, filiados ou não à organização sindical….
Atualmente, os trabalhadores argentinos são descontados em 17% dos seus salários para o Fundo Nacional do Emprego e serviços sociais. Além disso, também são aplicados a todos os funcionários de uma categoria um desconto destinado para o sindicato que representa a classe. O decreto mantém o desconto de 17%, mas tira a obrigatoriedade do repasse às centrais sindicais. As informações são do jornal argentino A24. A proposta também enfraquece os sindicatos pois retira a obrigação das empresas de reter a contribuição sindicais dos seus empregados. Milei convocou sessões extraordinárias no Legislativo.
Fonte: Poder 360

