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18 de dezembro de 2017IBGE: 25,8% dos jovens não trabalharam ou estudaram em 2016
SCA_4256 SÃO PAULO 22/10/2013 - METROPOLE - PERSONAGEM/OBJETIVO - Colégio Objetivo foi classificado como a escalo com melhores resultados no último Enem entrevista com alunos do terceiro ano do ensino médio. 1- Igor Perroso Gonçalves. 2 - Eduardo Faraldo Knopf - 3- Liara Guinsberg.FOTO SERGIO CASTRO/ESTADÃO.
Os homens foram os que mais tiveram algum tipo de ocupação, representando 60,5% das vagas e as mulheres representam 44,8% do público ativo.
Jornadas de trabalho
Em 2016, as mulheres também tiveram menor renda mensal (R$ 1.321), resultando numa queda de 1,5% de seu rendimento médio real. Seus ganhos foram inferiores à média nacional (R$ 2.021). Isso se contrasta com as jornadas de trabalho, onde 50,7% das mulheres trabalhavam entre 40 e 44 horas semanais.
A maior parte dos jovens “nem-nem” possuía apenas fundamental incompleto ou equivalente à época do estudo. A desigualdade aumenta ainda mais entre negros, pardos, e brancos. Negros ou pardos representam 29,1% dos jovens nem-nem. Já os brancos, são 21,2%. Não surpreende, porém, que as mulheres sejam o grupo mais afetado pelo fenômeno – 37,6% das jovens negras ou pardas se encontram sem trabalho ou condições de estudo.
Os números refletem diretamente na condição de vida das brasileiras. Do total, 34,6% delas responderam à pesquisa acrescentando que têm de “cuidar dos afazeres domésticos e/ou de outro(s) parente(s)”, o que as impede de ir em busca de uma ocupação. Cerca de 92,1% das jovens nem-nem afirmam realizar serviços domésticos para conseguir o “ganha pão”.

