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14 de outubro de 2024O governo decidirá nesta semana se haverá horário de verão neste ano, uma recomendação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para dar uma folga no fornecimento de energia. O assunto será discutido em uma reunião com o presidente Lula na terça-feira.
Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o período mais relevante para a aplicação do horário de verão é de 15 de outubro a 30 de novembro.
O presidente Lula já decidiu que o horário especial não volta antes do segundo turno das eleições, marcado para o dia 27.
— O horário de verão a importância maior dele é entre 15 de outubro e 30 de novembro. Não que ele não tenha depois, mas ele vai diminuindo a curva de importância dele — afirmou o ministro na semana passada.
Silveira disse que, após uma eventual decisão a favor do horário de verão, é preciso um prazo mínimo de 20 dias para implementar a medida.
O ministro Alexandre Silveira, chegou a defender que a mudança poderia ajudar o sistema em um “momento realmente crítico” na geração causado pela seca, que se soma ao calor e o aumento do consumo nos horários de pico — que hoje ocorrem no meio da tarde.
Como O GLOBO mostrou na semana passada, o início da época de chuvas em outubro, além da pressão do setor aéreo e de parte da indústria esfriaram as discussões sobre a volta do horário de verão, no Ministério de Minas e Energia.
Como forma de compensação, a pasta de Alexandre Silveira pediu estudos ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre alternativas para compensar o que seria a economia causada pelo horário diferenciado, estimado em R$ 400 milhões. Desde 2019 o horário de verão não é adotado no Brasil.
Entre as alternativas avaliadas estão buscar termelétricas mais baratas (embora isso seja um cálculo feito de acordo com o preço dos combustíveis) e ampliar o uso de linhas de transmissão de Itaipu.
Fonte: O globo

