
PIB cresce acima do previsto no trimestre, com impulso da agropecuária, e soma 3,3% em 12 meses
6 de junho de 2023
Lucro dos 5 maiores bancos é quase igual aos salários de 400 mil empregados do setor
6 de junho de 2023A exposição de dados pessoais financeiros de usuários do ChatGPT, a IA (inteligência artificial) queridinha do momento, chegou a ser relatada por internautas mundo afora, o que levou alguns países e grandes bancos internacionais a restringirem o uso da plataforma por funcionários. No Brasil, a Febraban (Federação Brasileiras de Bancos) informou que não existe uma regra que regule sobre o tema no país, sendo uma política interna de cada instituição.
Tilt levantou junto aos cinco maiores bancos do Brasil que, ao menos, três deles já restringem o uso do ChatGPT entre seus empregados. Um deles, por exemplo, proibiu a versão gratuita da ferramenta, enquanto outro barrou totalmente o chat.
Por que grandes empresas estão proibindo?
Como a OpenAI já admitiu que o ChatGPT é aprimorado com informações inseridas pelos próprios usuários, a plataforma armazena qualquer informado por internautas no bate-papo. Isso inclui dados sensíveis, como as bancárias. Além de ficarem guardados nos servidores da empresa, à disposição dela, podem ser expostos em caso de hackeamento da ferramenta.
Ou vir à tona por algum erro: em março, uma falha no sistema da OpenAI mostrou o histórico de conversa de usuários com o ChatGPT a terceiros que nada tinham a ver com o papo. No caso de grandes corporações, o problema é quando funcionários depositam no chatbot informações que podem comprometer aempresa em que trabalham ou os clientes dela – você, no caso. O risco já fez a Samsung proibir o uso pelos seus colaboradores e o mesmo já ocorreu com a Amazon.
O alarme soou mais forte entre as instituições financeiras. Bancos que atuam em escala global, como JPMorgan, Goldman Sachs, Bank of American e CitiGroup, adotaram medida semelhante. A justificativa para o banimento é o temor de funcionários recorrem ao ChatGPT para encontrar soluções para alguns procedimentos e acabarem usando informações dos clientes, segundo fontes próximas disseram a Forbes, The Wall Street Journal, Financial Times e Bloomberg.
Fonte: UOL

