
Ação por abuso em empréstimos consignados condena 11 bancos a pagar total de R$ 11 milhões
21 de novembro de 2017
Mudanças na PEC podem facilitar aprovação da reforma da Previdência
21 de novembro de 2017Novo instrumento permite enxugamento de liquidez no sistema financeiro sem uso de títulos públicos e pode também reduzir a dívida bruta do governo
A avaliação na época foi a de que esse instrumento poderia ser usado como uma forma de retomar o uso da contabilidade criativa e reduzir no “tapetão” a dívida bruta, que está em trajetória de forte crescimento por conta dos sucessivos e elevados déficits das contas públicas.A pedido do governo, a criação dos depósitos também foi incluída, em projeto do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que trata do relacionamento do Tesouro Nacional com o BC. No projeto, que tramita na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), o BC fica autorizado a acolher depósitos voluntários à vista ou a prazo das instituições financeiras. Pelo projeto, o BC regulamentará depois a remuneração, condições, prazos e formas de negociação de depósitos voluntários.
Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o BC na regulamentação da proposta vai fixar limite para o uso dos depósitos. A ideia é deixar claro que o instrumento de política monetária será usado com “parcimônia”. O BC vai definir depois a forma de remuneração dos bancos. As operações compromissadas continuarão sendo usadas pelo BC. Apesar do risco de a mudança não ser bem-recebida pelas agências de classificação de risco, o entendimento hoje é que a equipe atual conseguiu credibilidade com a mudança da política econômica e baniu o risco de maquiagem na contabilidade pública.
Fonte – Época Negócios

