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8 de dezembro de 2021Decisão do executivo federal contraria recomendação da Anvisa. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro chamou o passaporte vacinal de “coleira”
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta terça-feira que o governo federal optou por não exigir um passaporte de vacina de viajantes que entrarem no país por via aérea, como havia recomendado a Anvisa, mas os visitantees terão que se submeter a uma quarentena de cinco dias e a um teste de Covid-19 após o isolamento.
A quarentena e a exigência do teste RT-PCR serão formalizadas em uma portaria, segundo o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.
“Nesse contexto em que estamos espreitados por essa variante Ômicron, que não sabemos ainda o total potencial dessa variante criar uma nova pressão sobre o sistema de saúde, (vamos) requerer que os indivíduos não vacinados, eles cumpram quarentena de cinco dias, e após essa quarentena, eles realizariam o teste. Sendo o teste negativo, poderiam normalmente, no caso de estrangeiros que venham aqui a turismo, aproveitar todas as belezas desse nosso grande Brasil”, disse Queiroga em entrevista no Palácio do Planalto.

