Governo busca contornar impasses entre trabalhadores e empresas na regulação de trabalho por aplicativo; veja o que pode mudar

‘Enem dos concursos’: às vésperas de prazo para confirmar adesão, ao menos 10 órgãos federais têm interesse por prova unificada
24 de setembro de 2023
O que é ecoinovação, realidade em quase metade das indústrias do país
24 de setembro de 2023
‘Enem dos concursos’: às vésperas de prazo para confirmar adesão, ao menos 10 órgãos federais têm interesse por prova unificada
24 de setembro de 2023
O que é ecoinovação, realidade em quase metade das indústrias do país
24 de setembro de 2023

Governo busca contornar impasses entre trabalhadores e empresas na regulação de trabalho por aplicativo; veja o que pode mudar

Entregadores de serviços por aplicativos durante protesto em São Paulo por melhores condições de trabalho 19/03/2021 REUTERS/Amanda Perobelli

O governo federal deve concluir nos próximos dias um projeto para regulamentar a situação dos trabalhadores por aplicativos. O tema está sendo tratado há quase cinco meses em um grupo criado no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A regulamentação da atividade deve se estruturar em quatro eixos:

  1. remuneração mínima;
  2. seguridade social;
  3. segurança no trabalho;
  4. transparência nos pagamentos e critérios dos algoritmos.

No entanto, ainda existe impasse em torno de questões como a remuneração por hora trabalhada, a alíquota de contribuição para a Previdência Social, a natureza jurídica dos aplicativos e qual deve ser o vínculo entre essas empresas e os trabalhadores (veja mais abaixo).

definição da proposta ocorre em um momento estratégico. Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou uma iniciativa com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para proteger direitos trabalhistas, com atenção especial aos que atuam por aplicativos.

O governo Lula queria concluir a proposta antes da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) e do encontro com Biden. No entanto, devido aos impasses entre trabalhadores e empresas sobre o texto, o prazo foi estendido até o fim deste mês.

Se não houver acordo entre os envolvidos, o governo pretende elaborar a proposta e encaminhar ao Congresso.

Fonte: G1

Os comentários estão encerrados.