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23 de maio de 2018
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23 de maio de 2018Um a cada quatro brasileiros é potencial vítima. Homens correm mais riscos. O laboratório de pesquisas em cibersegurança (dfndr lab) da PSafe, empresa dedida à segurança digital, divulgou seu relatório trimestral sobre ciberataques apontando que houve crescimento significativo em determinadas categorias de ataques aos usuários de internet no Brasil nos três primeiros meses do ano em relação ao trimestre anterior.
As notícias falsas (fake news) e as publicidades suspeitas são duas categorias de links maliciosos com o maior crescimento em 2018 em relação ao último trimestre de 2017, registrando alta de 11,97% e 27,4% respectivamente. O aplicativo de mensagens WhathsApp segue sendo o principal meio de disseminação de notícias falsas, respondendo por 95,7% dessa circulação.
O relatório alerta que os cibercriminosos usam como isca nas fake news abordagens com tons de terrorismo e temas que instigam a curiosidade e a atenção dos usuários, e assim captam mais vítimas. No caso da publicidade suspeita, a isca é a disseminação de falsas notificações de detecções de vírus usando o nome e a marca de aplicativos e serviços de segurança populares no mercado para solucionar o problema, sem o conhecimento ou autorização das empresas proprietárias desses aplicativos, assim como os golpes via Notícias falsas que também usam a credibilidade e a popularidade de veículos de comunicação, empresas e personalidades da mídia, sem o conhecimento ou autorização destes.

