
Saúde Caixa e Covid-19: direção da Caixa não contrata e joga empregados uns contra os outros
29 de outubro de 2021
Motoristas da Uber têm direito a carteira assinada? Novas decisões agitam a Justiça do Trabalho ao reconhecer o vínculo de emprego!
29 de outubro de 2021Mercado de trabalho volta a reagir após forte período de demissões motivadas pelo novo coronavírus. Nessa semana, uma reportagem do portal O Globo revelou que o desemprego passou a cair. A taxa referente ao trimestre encerrado em agosto mostra que 13,7% dos contratos foram encerrados. Anteriormente o número foi de 14,6%.
Além de deixar milhares de vítimas, o novo coronavírus impactou fortemente na economia nacional. Durante os últimos meses o desemprego esteve em alta constante, passando a ser controlado mediante o andamento da campanha de vacinação.
Com os possíveis indicativos de retomada econômica no mercado de trabalho, foi possível registrar um aumento no número de contratações. Ainda que insuficiente diante do atual cenário de forte crise econômica, os indicativos significam um futuro de possíveis melhorias, mas com mudanças significativas na forma de trabalhar.
Desemprego pode ser controlado, mas cenário não é positivo
De acordo com os dados do IBGE, há cerca de 13,7 milhões de brasileiros procurando por emprego. Para esse grupo, a previsão média de ganho foi reduzida em 10,2% em comparação com agosto de 2020. Isso significa dizer que o trabalhador deverá receber menos do que o necessário.
— Parte significativa da recuperação da ocupação deve-se ao avanço da informalidade. Em um ano, a população ocupada total expandiu em 8,5 milhões de pessoas, sendo que desse contingente 6 milhões eram trabalhadores informais — explica a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, ao O Globo.
Um dos motivos pelos quais o salário terá baixo rendimento é justamente o atual cenário de inflação. Além disso, a previsão do salário mínimo de R$ 1.192 em 2022 se mostra insuficiente para a manutenção das despesas.
Fonte: FDR

