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16 de novembro de 2023A temporada de balanços financeiros chegou ao fim e as empresas de construção civil apresentaram seus resultados do trimestre marcado por mudanças no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), de oferta de ações (follow-ons) e o início do ciclo de cortes da taxa de juros (Selic).
Sendo assim, construtoras e incorporadoras do segmento de baixa/média renda exibiram números operacionais e receitas melhores no terceiro trimestre com as novas regras do Minha Casa, Minha Vida. Entre elas, a elevação do teto para financiamento dos imóveis.
O analista de real estate da Empiricus Reseach, Caio Nabuco de Araujo, destaca que o cenário ainda é relativamente desfavorável para o setor imobiliário. Principalmente, o de incorporação em meio aos juros ainda elevados e com a renda das famílias ainda prejudicada.
Contudo, o ponto que ele destaca foi um movimento de cautela das construtoras e incorporadoras listadas na Bolsa com lançamentos. “Essa cautela também reflete no nível de vendas líquidas, que foi um pouquinho menor. Então, parte do mercado já esperava um clima menos favorável”, diz.
O especialista em transformação de negócios e gestão estratégica, Sandro Magaldi, observa que as vendas apresentaram alguma recuperação. Mas a insegurança de compradores e a baixa quantidade de lançamentos foram limitadores para um incremento “mais vigoroso no volume de negócios”.
“As empresas do setor estão mais seletivas quanto ao risco e priorizam o lançamento daqueles produtos mais certeiros. Seja pela localização, seja por outro atributo que lhe confira diferenciação e atratividade. Esse comportamento justifica também a baixa no volume de estoque do segmento”, avalia Magaldi.
Fonte: Money Times

