Concessões no crédito livre caem 2,6% em julho ante junho

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Concessões no crédito livre caem 2,6% em julho ante junho

As concessões no crédito livre caíram 2,6% em julho ante junho, para R$ 274,5 bilhões, informou nesta quarta-feira, 29, o Banco Central (BC). Houve avanço de 10,5% em 12 meses até julho.

No crédito para pessoas físicas, as concessões subiram 3,1% em julho ante junho, para R$ 155,2 bilhões. Em 12 meses até julho, há alta de 10,1%.

Já no caso de pessoas jurídicas, as concessões caíram 9,2% em julho ante junho, para R$ 119,4 bilhões. Em 12 meses até julho, o avanço é de 11,1%.

Juros

A taxa média de juros no crédito livre caiu de 38,5% ao ano em junho para 38,1% ao ano em julho. Em julho de 2017, essa taxa estava em 46,5% ao ano.

Para pessoa física, a taxa média de juros no crédito livre passou de 53,1% para 52,0% ao ano de junho para julho, enquanto para pessoa jurídica foi de 20,2% para 20,6% ao ano.

Entre as principais linhas de crédito livre para a pessoa física, destaque para o cheque especial, cuja taxa passou de 304,9% ao ano para 303,2% ao ano de junho para julho. No crédito pessoal, a taxa passou de 43,9% para 44,6% ao ano.

Desde o início de julho, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200. A expectativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) é de que essa migração do cheque especial para linhas mais baratas acelere a tendência de queda do juro cobrado ao consumidor.

Os dados divulgados nesta quarta-feira mostraram ainda que, para aquisição de veículos, os juros foram de 22,0% ao ano em junho para 22,3% em julho.

A taxa média de juros no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), foi de 24,6% ao ano em junho para 24,5% ao ano em julho. Em julho de 2017, estava em 28,9%.

ICC

Já o Indicador de Custo de Crédito (ICC) caiu 0,2% em julho ante junho, aos 20,9% ao ano. O porcentual reflete o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque. Na prática, o indicador reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.

Fonte – Estadão

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