
Bancos terão 90 dias para passar informações ao INSS
19 de junho de 2023
Brasileiros moram cada vez mais sozinhos e de aluguel; veja onde é mais caro morar
19 de junho de 2023Novo estudo revela que contratação de serviços pela web e carteiras digitais ampliam a fragmentação do setor
A fragmentação do setor bancário é generalizada, mostra a mais recente pesquisa da consultoria Bain & Company. Em países em desenvolvimento, como Brasil, Índia e China, grandes grupos de consumidores de baixa renda que não tinham relacionamento com instituições financeiras tradicionais passaram a utilizar serviços dos novos bancos digitais — que a Bain chama de “neo bancos” — e outras empresas on-line. As instituições nativas digitais, com sua tecnologia moderna e flexível e produtos mais acessíveis, têm investido para atrair esses consumidores.
A pesquisa, realizada com 29.805 consumidores de 11 países em parceria com a Dynata, indica que, embora o foco inicial dos insurgentes digitais fosse nas famílias de baixa renda, uma grande parcela do público de renda mais alta e com educação superior também está migrando para os novos bancos. Esse nicho apresenta altas perspectivas de rendimento se os bancos conseguirem fidelizar seus clientes atuais, melhorar ofertas e experiências para atrair e expandir negócios com esse segmento.
De forma geral, a migração para bancos digitais muda bastante de acordo com o país. No Brasil, o destaque fica por conta da fatia de consumidores que está migrando para os “neo bancos”, muito mais significativa do que em qualquer outro lugar do mundo.
Neo bancos atraem todas as idades
Para combater a fragmentação dos serviços, os bancos devem se concentrar em envolver os clientes por meio de melhores propostas de pagamentos, experiência digital simplificada, ofertas e marketing mais personalizados e um perfil ativo em questões ambientais, de sustentabilidade e governança (ESG).

