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4 de maio de 2023Pesquisa da Febraban diz que 70% dos brasileiros acreditam que sua vida vai melhorar este ano, particularmente as mulheres (72%) e os jovens de 18 a 24 anos (81%)
O brasileiro mantém, ao final do primeiro quadrimestre do ano, o otimismo em relação à sua vida pessoal. A rodada de abril da pesquisa da Federação Nacional dos Bancos (Febraban), mostra que 70% dos brasileiros acreditam que sua vida vai melhorar este ano, particularmente as mulheres (72%) e os jovens de 18 a 24 anos (81%). Da mesma forma, embora com percentuais em patamar menor, a maioria dos entrevistados (51%) permanece com sentimentos positivos sobre a melhoria do país ao longo de 2023.
A pesquisa também registra que a maioria da população continua encarando o novo governo positivamente. Olhando para o futuro próximo, a expectativa expressamente positiva (ótimo e bom) é de 51%, com oscilação de mais 2 pontos, um percentual muito parecido com o da Aprovação atual (52%). Menos de um terço (27%) são mais pessimistas e consideram que será ruim e péssimo.
Realizada entre os dias 14 e 19 de abril, com 2 mil pessoas nas cinco regiões do país, esta edição do RADAR FEBRABAN mapeia as expectativas dos brasileiros sobre este ano, tanto em relação à vida pessoal, quanto em relação à política e à economia do país, e mensura como a população encara o PIX, o Open Finance e os golpes de engenharia social. A pesquisa também tem uma versão regional, com as opiniões de cada uma das cinco regiões brasileiras.
Sobre o sentimento da população em relação ao governo federal, a pesquisa mostra que, ao final do primeiro quadrimestre, mais da metade dos entrevistados seguem aprovando o governo do presidente Lula. Oscilando positivamente na margem de erro, são agora 52% os que declaram aprovar o governo, enquanto 38% desaprovam, também com variação na margem de erro comparativamente ao bimestre anterior.
“Por óbvio, lembro que os quesitos avaliação e aprovação estão bastante relacionados e entre os que avaliam o governo como ótimo e bom, 94% o aprovam, enquanto no contingente que o classifica como ruim e péssimo a desaprovação é de 98%”, lembra o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do IPESPE, que complementa: “A maior parte (45%) dos que avaliam como regular ou não emitem opinião, quando instados a se posicionar dicotomicamente, aprovam o governo Lula contra 32% que desaprovam”.
Fonte: O Tempo

