BANCO DO BRASIL TEM 48H PARA SUSPENDER ANÚNCIOS EM SITES DE FAKE NEWS, ENTENDA

BANCOS SÃO INVESTIGADOS POR NÃO REPASSAREM CRÉDITO A PEQUENAS EMPRESAS
22 de junho de 2020
ITAÚ, BRADESCO E SANTANDER RECLAMAM AO BANCO CENTRAL SOBRE WHASTAPP PAY
22 de junho de 2020
BANCOS SÃO INVESTIGADOS POR NÃO REPASSAREM CRÉDITO A PEQUENAS EMPRESAS
22 de junho de 2020
ITAÚ, BRADESCO E SANTANDER RECLAMAM AO BANCO CENTRAL SOBRE WHASTAPP PAY
22 de junho de 2020

BANCO DO BRASIL TEM 48H PARA SUSPENDER ANÚNCIOS EM SITES DE FAKE NEWS, ENTENDA

Brasília (DF), 22/11/2016 - Edifício Banco do Brasil - Foto, Michael Melo/Metrópoles

O TCU também afirmou que o banco não poderá injetar recursos em veículos que divulgam fake news.

O ministro do Tribunal de Contas da União ( TCU ), Bruno Dantas , deu 48 horas para que o Banco do Brasil consiga comprovar que cumpriu a ordem feita pelo órgão de suspensão imediata de suas propagandas em sites e blogs tidos como disseminadores de fake news. A notícia foi divulgada primeiro pela jornalista da Folha de S.Paulo, Mônica Bergamo.

De acordo com a coluna de Bergamo, o TCU teria recebido informações de que o Banco do Brasil estaria descumprindo a decisão tomada pelo plenário do tribunal, de que os repasses de recursos para as páginas fossem suspensos.

O BB havia retirado anúncios em páginas como o Jornal da Cidade Online, site que é alinhado às posições do governo Bolsonaro e já foi condenado por divulgar notícias que seriam falsas.

Quando a decisão do plenário veio a público, o vereador Carlos Bolsonaro , que é filho de Jair Bolsonaro , criticou e chamou a medida de censura da, segundo ele, imprensa livre e independente.

Na época, o chefe da Secretária de Comunicação ( Secom ), Fábio Wajngarten , afirmou no Twitter que já estava “contornando a situação”. Logo após, a publicidade retornou ao site.

O TCU , por sua vez, considerou a ingerência como indevida, por conta da União ser acionista do Banco do Brasil e não poderia impor ao banco, que também pertence a outros sócios, uma regra publicitária que fosse atender aos seus próprios interesses e não aos da empresa.

(Fonte: Brasil Econômico iG)

Os comentários estão encerrados.