Bancários do BB cobram resposta da Cassi

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Como a Cassi ainda não se manifestou sobre a nova regra que determina que os planos de saúde não poderão mais limitar o número de consultas e sessões com psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas, os funcionários do Banco do Brasil cobram posicionamento da Caixa de Assistência.

A quantidade estabelecida antes da decisão da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) sempre foi considerada insuficiente para a demanda dos bancários, pois os planos eram obrigados a conceder cobertura mínima, que variava de 12 a 18 sessões por ano. Ainda poderia chegar a 40 ao ano, dependendo do transtorno tratado.

Os sindicatos sempre cobraram o fim da limitação do número de consultas para o tratamento pela Cassi. A categoria sofre com LER/DORT (lesões por esforço repetitivo e distúrbios osteomusculares) e doenças psicológicas. Entre 2012 e 2021, a doença foi o maior motivo de afastamento dos bancários, responsável por 74,3% dos casos.

 

Depressão, ansiedade, estresse e LER/DORT são os adoecimentos mais comuns, em decorrência da pressão por metas, acúmulos de funções e a sobrecarga. A medida será publicada em 1º de agosto, no Diário Oficial da União, pela ANS. Por conta disso, o silêncio da Cassi gera insegurança aos associados.

 

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