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Empresa de segurança detecta mais de oito  ciberataques por segundo no Brasil

Um a cada quatro brasileiros é potencial vítima. Homens correm mais riscos.  O laboratório de pesquisas em cibersegurança (dfndr lab) da PSafe, empresa dedida à segurança digital, divulgou seu relatório trimestral sobre ciberataques apontando que houve crescimento significativo em determinadas categorias de ataques aos usuários de internet no Brasil nos três primeiros meses do ano em relação ao trimestre anterior.

De acordo com o documento, um em cada quatro brasileiros foi potencial vítima de um cibertaque. Os homens correm mais riscos,  já que, no geral, acessam links de origem duvidosa três vezes mais que mulheres. Ao todo, foram identidicados 56,9 milhões de ciberataques via links maliciosos, o que dá uma média de oito acessos por segundo. A grande maioria desses links, 65,5%, são de phishing, que é um link para um site com uma oferta falsa, que induz o usuário a fornecer seus dados pessoais e compartilhar um link com seus contatos em troca de alguma vantagem. Foram 37,2 milhões deles apenas nos três primeiros meses do ano.

As notícias falsas (fake news) e as publicidades suspeitas são duas categorias de links maliciosos com o maior crescimento em 2018 em relação ao último trimestre de 2017, registrando alta de 11,97% e 27,4% respectivamente. O aplicativo de mensagens WhathsApp segue sendo o principal meio de disseminação de notícias falsas, respondendo por 95,7% dessa circulação.

O relatório alerta que os cibercriminosos usam como isca nas fake news abordagens com tons de terrorismo e temas que instigam a curiosidade e a atenção dos usuários, e assim captam mais vítimas. No caso da publicidade suspeita, a isca é a disseminação de falsas notificações de detecções de vírus usando o nome e a marca de aplicativos e serviços de segurança populares no mercado para solucionar o problema, sem o conhecimento ou autorização das empresas proprietárias desses aplicativos, assim como os golpes via Notícias falsas que também usam a credibilidade e a popularidade de veículos de comunicação, empresas e personalidades da mídia, sem o conhecimento ou autorização destes.

Fonte – Época Negócios

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