Lucro dos 4 maiores bancos cresce 10,4% no 3º trimestre e soma R$ 13,6 bilhões

Comissão vota nesta quarta relatório final da proposta orçamentária para 2018
13 de dezembro de 2017
IBGE: Vendas no varejo têm maior queda para outubro desde 2008
13 de dezembro de 2017
Comissão vota nesta quarta relatório final da proposta orçamentária para 2018
13 de dezembro de 2017
IBGE: Vendas no varejo têm maior queda para outubro desde 2008
13 de dezembro de 2017

Lucro dos 4 maiores bancos cresce 10,4% no 3º trimestre e soma R$ 13,6 bilhões

Na comparação com o resultado do 2º trimestre, entretanto, o lucro de Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Santander recuou 5,7%, de acordo com dados da Economatica.

O lucro líquido dos 4 maiores bancos do Brasil cresceu 10,4% no 3º trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo levantamento da provedora de informações financeiras Economatica, a soma dos ganhos de Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Santander no período entre julho e setembro foi de R$ 13,6 bilhões ante R$ 12,3 bilhões no 3º trimestre de 2016.

Na comparação com o resultado do 2º trimestre, entretanto, o lucro dos 4 bancos recuou 5,7%. Veja gráfico abaixo:

O maior lucro no 3º trimestre foi do Itaú Unibanco. Confira abaixo o resultado de cada um dos bancos:

 – Itaú Unibanco – R$ 6,077 bilhões
– Bradesco – R$ 2,884 bilhões
– Banco do Brasil – R$ 2,841 bilhões
– Santander – R$ 1,795 bilhão

Os resultados apontaram também uma queda nas taxas de inadimplência, o que reduziu as despesas dos bancos com provisão para devedores duvidosos – o dinheiro que o banco separa para cobrir eventuais calotes.

Segundo o levantamento da Economática, a soma das provisões nos 4 maiores bancos caiu de R$ 22,77 bilhões no 3º trimestre de 2016 para R$ 17,47 bilhões no 3 trimestre deste ano, o menor valor desde o 1º trimestre de 2015.

Apesar do nível ainda elevado de provisões e da estagnação nas carteiras de crédito, os executivos dos bancos sinalizaram uma maior disposição em aumentar a concessão de financiamentos, e a expectativa é que a retomada do crédito aconteça mais rapidamente nas linhas para pessoas físicas.

Fonte: G1

Os comentários estão encerrados.