Reforma trabalhista é alvo de críticas e gera divergências em audiência pública
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23 de maio de 2017O presidente Michel Temer pediu que a base aliada vote as medidas provisórias em tramitação na Câmara dos Deputados
O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos no Senado, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), decidiu ler na terça-feira (23/5), o relatório feito pelo senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que trata da Reforma Trabalhista. A decisão foi tomada em um almoço nesta segunda (22/5) com a presença dos dois com o vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PA) e do lider do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli (PSDB-SP).
Esta é uma tentativa de mostrar que a crise política não paralisou a tramitação das reformas no Congresso Nacional, embora líderes aliados avaliem que o presidente Michel Temer jogou uma cartada muito ousada ao pedir para que a base vote as medidas provisórias em tramitação na Câmara.
Para um líder de um partido da base governista, não há clima nenhum para qualquer votação enquanto a temperatura política em Brasília não diminuir. Nem mesmo a leitura do relatório da reforma trabalhista serve como alento, já que o mesmo parlamentar afirmou que ler o relatório é uma coisa, colocá-lo para votar e aprovar é outra.
Pedido arquivado
O presidenre da Câmara, Rodrio MAia (DEM-RJ), decidiu arquivar todos os pedidos de impeachment protocolados até o momento contra o presidente Michel Temer. Elegeu assim após a comunicação de que o Supremo Tribunal Federal suspendeu o julgamento previsto para quarta-feira (24/5) sobre o inquerito aberto para investigar a delação do empresário Joesley Batista, dono da JBS.
Fonte – Correio Braziliense

