Reforma da Previdência vai à votação quando governo tiver prognóstico de 320 votos favoráveis

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O governo apresenta o balanço das operações dos órgãos de segurança federais e das Forças Armadas que integram o Plano Estratégico de Fronteiras. Estarão presentes o vice-presidente Michel Temer, coordenador do Plano de Fronteiras; e os ministros da Defesa, Celso Amorim, e da Justiça, José Eduardo Cardozo. Lançado em 8 de junho pela presidenta Dilma Roussef, o Plano Estratégico de Fronteiras completou seis meses com aumento nos números de apreensões de drogas, cigarros e bebidas; aumento de abordagens policiais, recolhimento de armas de fogo e veículos, entre outras ações. A iniciativa do governo federal tem o objetivo de prevenir e reprimir ilícitos transnacionais.


A Reforma da Previdência deve ir à votação no plenário da Câmara dos Deputados, quando o Palácio do Planalto tiver segurança de que conta com 320 deputados federais favoráveis à Proposta de Emenda Constitucional (PEC). A informação foi dada pelo presidente Michel Temer, ao conceder entrevista ao jornal o Estado de São Paulo. A entrevista foi publicada neste domingo. Para ser aprovada na Câmara, e depois seguir à apreciação do Senado, a reforma precisa de pelo menos 308 votos, em dois turnos, uma vez que se trata de PEC.

“Não temos [hoje] o levantamento completo [da tendência de votos dos deputados]. Você tem de contar em cada partido. Vocês sabem que eu tenho muito contato com os parlamentares, eu até telefono para os parlamentares. Se tivermos 320 votos, acho que dá para ir para o plenário”, destacou Michel Temer.

Temer procurou mostrar que, apesar de não ter um prognóstico hoje, está seguro de que aprovará as reformas trabalhista e previdenciária no Congresso Nacional. Ele disse acreditar que o PMDB fechará questão para obrigar seus deputados a votarem a favor da reforma da Previdência e minimizou o impacto das críticas do líder da sigla no Senado, Renan Calheiros (AL). “O Renan agora já está comigo.”

O presidente disse condicionar o sucesso de seu governo à redução, até o fim de 2018, do número de desempregados. Segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 14,2 milhões de brasileiros estão nessa situação.

Fonte – Tribuna do Norte

 

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