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5 de agosto de 2025Uma pesquisa da Gallup, consultoria especializada em análise comportamental no trabalho, identificou que a maioria dos funcionários da Geração Z não é a favor do trabalho totalmente remoto.
O que aconteceu
“Há um desejo por conexão presencial”, diz Jim Harter, pesquisador chefe de ambiente de trabalho e bem-estar da Gallup. De acordo com o novo relatório, a geração Z, que engloba as pessoas nascidas a partir de 1997, ‘prefere conversar cara a cara em vez de usar o Zoom’.
A Gallup descobriu que, entre baby boomers, geração X, millennials e geração Z, a geração mais jovem é, na verdade, a menos propensa a preferir o trabalho exclusivamente remoto, em comparação com 35% dos funcionários de cada uma das outras gerações.
Baby Boomers: nascidos entre 1946 e 1964
Geração X: nascidos entre 1965 e 1980
Millennials (ou geração Y): nascidos entre 1981 e 1996
Geração Z: nascidos a partir de 1997
Jim Harter diz que ficou surpreso com os resultados do estudo. “Você poderia pensar que [a Geração Z] teria uma preferência automática pelo trabalho remoto, porque eles conseguem fazer muitas coisas digitalmente”, diz ele. No entanto, segundo Harter, os funcionários da Geração Z sentem que suas carreiras estão sendo “comprometidas” pelo trabalho 100% remoto.
Segundo Harter, a geração Z tem a ideia de que pode ser mais difícil estabelecer relações em um ambiente remoto. Além disso, os funcionários totalmente remotos tendem a ter menos clareza sobre “como seu trabalho se encaixa no panorama geral da organização”, diz Harter, que é um dos autores do livro Wellbeing at Work: How to Build Resilient and Thriving Teams (“Bem-estar no trabalho: como construir times resilientes e prósperos”, em tradução livre).
Fonte: UOL

