Bancos digitais são porta de entrada para ainda mais investidores

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Bancos digitais são porta de entrada para ainda mais investidores

A fatia de brasileiros que conhece e investe por meio dos bancos digitais subiu em 2023 em comparação a 2022, apontou o estudo “Raio X do Investidor Brasileiro”, feito pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e pelo instituto de pesquisas Datafolha e apresentado nesta quarta-feira (30). As entidades entrevistaram quase 6 mil brasileiros de classes sociais e regiões variadas.
Enquanto 89% dos entrevistados afirmaram que conhecem instituições financeiras em geral, com ou sem agência física, 33% das pessoas disseram que conhecem bancos digitais. Esse grupo era de apenas 24% no ano anterior. O aumento está refletido tanto no público investidor (40% em 2023 ante 33% em 2022) quanto entre quem não investe (28% em 2023 ante 19% em 2022).

A classe A/B foi a que mais indicou conhecer os bancos digitais, com 46% das citações em 2023, ante 35% em 2022. Em seguida, vem a classe C, que avançou para 34% em 2023, ante 25% em 2022.

Ainda, a Anbima e o Datafolha perguntaram em quais tipos de instituições financeiras os brasileiros possuem conta corrente, conta digital ou poupança. A maioria (69%) afirmou que tem conta em banco tradicional, parcela igual a de 2022. Já 40% disseram que usam bancos digitais, uma alta em comparação aos 36% do ano anterior. A geração Z (de 16 a 27 anos) é a faixa que mais possui conta em banco digital (66%).

Entre os entrevistados com conta em banco digital, 30% fizeram investimentos em 2023. A poupança lidera a lista de investimentos dessas pessoas (23%), seguida de títulos privados (9%), moedas digitais (8%) e fundos de investimento (7%).

Além disso, os aplicativos dos bancos são a forma mais usada pelo público para investir (45%), um crescimento em comparação aos 43% de 2022. A classe A/B se destaca na utilização dos aplicativos: quase a metade (49%) utiliza principalmente esse meio para fazer as suas aplicações financeiras. Por outro lado, a consulta presencial segue sendo o meio favorito (28%) para decidir o melhor produto financeiro. O segundo preferido é a consulta a amigos ou parentes (18%).

 

Fonte: Valor investe

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