Presidente da FEEB/SC participa de reunião com o Ministro do Trabalho Luiz Marinho

Mercado eleva para 1,68% projeção de expansão da economia em 2024
22 de fevereiro de 2024
STF julga nesta semana recurso sobre ‘revisão da vida toda’ do INSS
25 de fevereiro de 2024
Mercado eleva para 1,68% projeção de expansão da economia em 2024
22 de fevereiro de 2024
STF julga nesta semana recurso sobre ‘revisão da vida toda’ do INSS
25 de fevereiro de 2024

Presidente da FEEB/SC participa de reunião com o Ministro do Trabalho Luiz Marinho

Na tarde desta sexta-feira (23), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, realizou uma reunião em Florianópolis com os representantes de Federações e Centrais Sindicais.

O presidente do Sebrae, o catarinense Décio Lima, a deputada federal Ana Paula Lima (vice-líder do governo na Câmara), o deputado federal Pedro Uczai (PT) e o superintendente regional do Trabalho e Emprego, o ex-deputado estadual e prefeito de Brusque, Paulo Eccel, acompanham o ministro na visita.

Armando Machado Filho  participou da reunião, representando a Federação dos Bancários de Santa Catarina.l ( FEEB/SC).

A reunião aconteceu   no auditório da Superintendência do Trabalho e Emprego, onde Marinho destacou a importância das entidades de classe e os desafios que tem enfrentado para reestruturar o Ministério da Economia. Marinho também disse que uma das grandes conquistas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é o crescimento do emprego formal, com carteira assinada, que chegou a quase 44 mil empregos na última avaliação nacional do Caged. O Ministro ouviu as demandas dos representantes das entidades. Durante o espaço aberto para as perguntas , o presidente da FEEB/SC, perguntou ao Ministro se haveria a possibilidade de alguma alteração que venha a beneficiar os trabalhadores na reforma trabalhista, tão prejudicial à todos os trabalhadores. Também questionou sobre o  custeio dos Sindicatos, Federações, Confederações e Centrais Sindicais, pois na atual conjuntura, os próprios empregadores incentivam os empregados  a fazerem oposição à contribuição.

Acompanhado do presidente do Sebrae, Décio Lima, e os deputados federais Ana Paula Lima e Pedro Uczai, ambos eleitos pelo Partido dos Trabalhadores (PT), e o superintendente do Trabalho

Na reunião , Marinho abordou questões cruciais, como os impactos da reforma trabalhista e a necessidade de reconstrução da máquina pública de fiscalização. “Tem as angústias da reforma trabalhista que ela foi devastadora para os direitos, criando condições de insegurança, inclusive jurídica. A intermitência, muitas vezes cria problema. O desmonte da nossa máquina pública de fiscalização, o fato de fechar o Ministério do Trabalho, você deixou uma situação vulnerável de combater para valer as regularidades, nós estamos reestruturando essa máquina pública, essa ferramenta, os concursos de auditores é para isso, você tem um conjunto de ações e que nós temos que responder também que nós estamos cuidando disso,” explicou o ministro.

Ele destacou o desafio de promover entendimento entre trabalhadores e empregadores, especialmente em setores como agricultura, indústria e serviços. “Porque nós geramos um milhão e meio, arredondando, um milhão e 483 mil empregos o ano passado, um número razoável dentro de um processo de transição. Agora, quando você olha a remuneração, tem uma boa parte que é precária. Então, como estimular os debates com os empresariados brasileiros? Porque nós estamos começando a perder talentos para fora”. O ministro enfatizou a importância de estimular o debate e encontrar soluções para melhorar o ambiente de trabalho no país, visando reter talentos e evitar a fuga de profissionais qualificados para o exterior.

Além disso, Marinho chamou a atenção para questões legais relacionadas aos feriados e portarias governamentais, destacando a importância do cumprimento da lei e da negociação entre as partes envolvidas. “Sobre o fim de semana está resolvido. Preciso chamar atenção de acerca dessa portaria, pois trata-se somente de feriados. Domingos a lei 10.101 estabelece o funcionamento normal e remete a negociação feriado. Está na lei, uma portaria não pode se sobrepor a uma lei foi o que aconteceu com a portaria do governo Bolsonaro, onde ela sobrepôs a lei e liberou o funcionamento normal para todas as atividades do feriado e não pode, é ilegal. O que nós estamos buscando é restabelecer a lei para que uma portaria não agrida e buscar negociar então o que as partes acordarem, independente se eu gosto ou não eu vou encaminhar,” explicou Marinho.

Assessoria de comunicação – FEEB/SC

Os comentários estão encerrados.