Greve na Argentina: além dos transportes, bancos, hospitais e serviços públicos estão parados

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Greve na Argentina: além dos transportes, bancos, hospitais e serviços públicos estão parados

A paralisação de 12 horas foi convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) da Argentina, maior união sindical no país, contra as medidas de austeridade econômica e as reformas do presidente Javier Milei.

Aderiram à greve funcionários do comércio, aeroportuários, metroviários, ferroviários, professores, aposentados, estudantes, bancários e trabalhadores informais. O governo, porém, prometeu punir sindicatos que não mantenham o funcionamento mínimo de serviços essenciais.

O movimento é considerado decisivo para o futuro das medidas de Milei, que se esforça para aprovar no Congresso os pontos-chave de seu pacote econômico — que inclui fim de subsídios, redução de benefícios sociais e corte de repasses às províncias. O oposição espera, com a greve geral, fazer uma grande demonstração de força e ampliar a rejeição de políticos às medidas de Milei.

A CGT já havia recorrido aos tribunais para suspender temporariamente algumas medidas relacionadas ao trabalho no decreto de Milei.

Milei diz que as medidas de austeridade são necessárias, após anos de gastos excessivos que deixaram a Argentina com enormes dívidas com credores locais e internacionais, incluindo um acordo de US$ 44 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Fonte: Valor investe

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