Na semana passada (13.abr.2022), o ministro Paulo Guedes se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro (PL) para tratar sobre possíveis reajustes salariais para funcionários públicos. Além do Tesouro e CVM, trabalhadores da Policia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Banco Central, Controladoria-Geral da União e CGU (Controladoria-Geral da União), e Ministério da Economia cobram aumento na remuneração.
Conforme acordado na assembleia, os servidores entregarão os cargos comissionados em 10 de maio se o governo não atender as reivindicações. Também foi determinada uma nova paralisação no dia 29 de abril. No dia 17 de maio, eles irão votar pela possibilidade de entrar em greve.
O movimento já está afetando as atividades do Ministério da Economia. Dados da dívida pública, da carga tributária, de execução orçamentária de estados e até do PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias) tiveram sua divulgação atrasada.
Já os funcionários da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) decidiram em assembleia realizada na 3ª feira (19.abr.2022) reduzir pela metade o cumprimento das atividades definidas como metas da instituição. Eles também irão adotar uma operação-padrão.
Além do reajuste salarial, os servidores do CVM pedem, entre outras coisas, a realização de concursos públicos para suprir o déficit de profissionais na instituição.



