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28 de março de 2022Novo monitoramento da capacidade produtiva da PSO promove desvio de funções e amplia a sobrecarga de trabalho nos caixas
O Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE) vem recebendo denúncias referentes à sobrecarga de serviços junto aos funcionários do Banco do Brasil (BB), vinculados à Plataforma de Suporte Operacional (PSO).
Além de fechar agências e transformar outras em lojas, o BB criou um painel de capacidade operacional, batizado de Gestão de Performance, visando mensurar a capacidade produtiva da PSO. Esse sistema compara as entregas ao tempo de trabalho disponível, monitorado pelo ARH. O sistema é composto pela diferença dos minutos da jornada de trabalho, entre o registro de entrada e saída no ponto eletrônico, exigindo o cumprimento de percentual acima de 65% da jornada, com atribuições das mais diversas e consequente sobrecarga de serviços, além do desvio de funções, como resgates judiciais, ajuizamentos, arquivos, metas de transações, vendas de produtos, compensação centralizadora, esteira digital dentre outras.
“Não resta dúvida que há intenso abuso moral na jornada laboral, pois são inúmeras as atribuições acumuladas para cada trabalhador. Bom que se diga que, a referida gestão de Performance sequer foi normatizada pelo banco e, ainda assim, foi implementada em âmbito nacional. Como se não bastasse tudo isso, o fechamento de agências e a redução do quadro, potencializou significativamente os abusos cometidos pela empresa, além do elevado índice de adoecimentos”, afirma o diretor do SEEB/SE, Silvio Barbosa.
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e o Comando Nacional dos Bancários já tomaram conhecimento das pressões por cumprimento de metas, as quais contribuem com o adoecimento no trabalho. Em Sergipe, o sindicato seguirá em luta para barrar essa violência imposta pelo BB aos bancários e bancárias.
Seeb/SE

