
Petrobras reajusta preços da gasolina, diesel e gás de cozinha
10 de março de 2022
Seminário CONTEC Nova Visão Sindical na região sul foi um sucesso!! Confira.
10 de março de 2022Federação afirmou que Pedro Guimarães usou a contratação de PCD’s como conquista do banco, mas lembrou que chamada aconteceu após decisão da Justiça do Trabalho
A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) emitiu um comunicado em que acusa o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, de usar o banco como promoção política para o presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a Fenae, o governo montou um evento no Palácio do Planalto para promover a contratação de Pessoas com Deficiência (PCDs) aprovadas em concurso da estatal em 2021, sendo que a medida é uma determinação imposta por lei.
Durante a entrega de crachás, realizado em fevereiro, Pedro Guimarães chegou a dizer que estavam fazendo “o maior chamamento de PCDs da história do Brasil, da América do Sul, da América Latina, do Hemisfério Sul e que eu saiba do mundo”. Guimarães, no entanto, teria omitido que a contratação era obrigatória para atingir os 5% de trabalhadores com deficiência.
Segundo a Fenae, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 10ª Região determinou, em abril de 2019, a contratação imediata de PCDs aprovados no concurso de 2014. Após não conseguir atingir a porcentagem obrigatória, a estatal realizou outro concurso, no fim de 2021, para a contratação de pouco mais de 900 funcionários com deficiência.
“Esses discursos de Pedro Guimarães não são novidades. Desde quando o banco se viu obrigado pela Justiça a contratar PCDs do concurso de 2014, Guimarães usa a decisão judicial para se promover e promover esse governo. O fato é que as contratações aconteceram só depois de muita mobilização da Fenae e de outras entidades representativas dos trabalhadores da Caixa”, afirma o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.
Fonte : IG

