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27 de setembro de 2021
Covid revela desemprego disfarçado no Brasil, diz especialista
27 de setembro de 2021- Dados da Pnad Contínua demonstram que, em um ano, setor da construção civil teve crescimento na população ocupada;
- Contudo, a renda média desses trabalhadores teve queda de 14,8 no mesmo período;
- O rendimento médio do grupo caiu de R$ 2.087 para R$ 1.778 entre o segundo trimestre do ano passado e o deste.
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) mostram que, em um ano, a construção civil teve crescimento de 19,6% na população ocupada do Brasil. Porém, a renda média dos trabalhadores na área teve queda de 14,8% no mesmo período.
Para os analistas, a oposição de resultados dos indicadores manifesta, sobretudo, a volta de profissionais informais ao mercado. Ainda que o retorno desses trabalhadores ao setor aumente a quantidade de pessoas ocupadas, o efeito colateral se dá no retrocesso do rendimento médio, devido aos salários serem inferiores.
Em 2020, no segundo trimestre, quando a Covid-19 gerou uma série de restrições à economia, a quantidade de trabalhadores empregados no setor de construção civil era de 5,3 milhões.
No segundo trimestre de 2021, com o crescimento de 19,6%, o grupo chegou a 6,4 milhões. Portanto, no período de um ano, 1 milhão de pessoas entraram no setor. Ainda sim, a quantidade é inferior ao contingente da pré-pandemia.
- Dados da Pnad Contínua demonstram que, em um ano, setor da construção civil teve crescimento na população ocupada;
- Contudo, a renda média desses trabalhadores teve queda de 14,8 no mesmo período;
- O rendimento médio do grupo caiu de R$ 2.087 para R$ 1.778 entre o segundo trimestre do ano passado e o deste.
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) mostram que, em um ano, a construção civil teve crescimento de 19,6% na população ocupada do Brasil. Porém, a renda média dos trabalhadores na área teve queda de 14,8% no mesmo período.
Para os analistas, a oposição de resultados dos indicadores manifesta, sobretudo, a volta de profissionais informais ao mercado. Ainda que o retorno desses trabalhadores ao setor aumente a quantidade de pessoas ocupadas, o efeito colateral se dá no retrocesso do rendimento médio, devido aos salários serem inferiores.
Em 2020, no segundo trimestre, quando a Covid-19 gerou uma série de restrições à economia, a quantidade de trabalhadores empregados no setor de construção civil era de 5,3 milhões.
No segundo trimestre de 2021, com o crescimento de 19,6%, o grupo chegou a 6,4 milhões. Portanto, no período de um ano, 1 milhão de pessoas entraram no setor. Ainda sim, a quantidade é inferior ao contingente da pré-pandemia.
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A alta porcentagem é, relativamente, a maior entre as dez atividades contempladas pela pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Já o rendimento médio dos trabalhadores caiu de R$ 2.087 para R$ 1.778 entre o segundo semestre do ano passado e o deste.
O valor de R$ 1.778 é o menor da série histórica, com dados desde 2012. Ou seja, uma retração de 14,8% e a maior no meio das dez atividades contempladas na pesquisa.
Fonte: Folha de São Paulo.

