
Volta ao trabalho presencial requer cuidados e responsabilidade com a vida
18 de agosto de 2021
Em meio ao concurso, Banco do Brasil fixa quadro de pessoal
18 de agosto de 2021Acordo Nacional dos(as) Bancários(as) de dois anos prevê reposição da inflação e aumento real de 0,5% a partir da data-base da categoria, 1º de setembro
O reajuste salarial dos bancários deve chegar a pelo menos 10% este ano, conforme estimativas. Isso se deve ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) que está em alta e fechou o mês de julho em 9,85% no acumulado de 12 meses.
Assim, se a tendência de acúmulo inflacionária de agosto se confirmar, em 1º de setembro, data-base da categoria, a reposição salarial pode ultrapassar os 10%, pois o acordo firmado em 2020 para dois anos baseia-se no INPC, mais 0,5%.
O que diz o Acordo
A atual Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária foi exaustivamente negociada com a Fenaban no ano passado. Inicialmente, a Federação dos Bancos não queria conceder nenhum reajuste e propôs apenas o abono salarial. Além disso, queriam reduzir a PLR.
As Entidades Sindiais se manteviveram firmes na negociações e conquistaram o aumento real e a manutenção da CCT. Para 2021, o acordo garantiu a reposição do INPC acumulado no período (1º de setembro de 2020 a 31 de agosto de 2021) e aumento real de 0,5% para salários e demais verbas como vale-alimentação e vale-refeição, assim como para os valores fixos e tetos da PLR.
O que é o INPC
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC é formulado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, por meio da mensuração das variações de preços da cesta básica.
O índice tem como unidade de coleta os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, concessionárias de serviços públicos e internet e sua coleta estende-se, via de regra, do dia 1º ao dia 30 de cada mês.
FEEB-SC

