REUNIÃO DA COMISSÃO BIPARTITE CONTEC/FENABAN SOBRE SEGURANÇA BANCÁRIA

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REUNIÃO DA COMISSÃO BIPARTITE CONTEC/FENABAN SOBRE SEGURANÇA BANCÁRIA

A Comissão Bipartite Contec/Fenaban realizou mais uma reunião virtual nesta terça-feira (15/12 ), sobre Segurança Bancária.. Neste mês, a Comissão Bipartite realizou outras duas reuniões: dia 2, sobre Saúde no Trabalho, e dia 11, sobre Diversidade.
Vale lembrar que os bancos são um dos alvos mais visados pelos assaltantes, o que é bastante compreensível, considerando a quantidade de dinheiro guardada e movimentada dentro dos bancos.Por esse motivo, é fundamental que todo banco conte com segurança adequada, representada por sistemas avançados tecnologicamente e profissionais bem treinados.

A Lei nº 7.102/83 determina que toda instituição bancária deve contar com sistema de segurança eficiente, com vigilantes bem preparados. Não é facultativo ― qualquer banco ou instituição financeira, obrigatoriamente, deve manter vigilância constante enquanto estiver funcionando.

Essas instituições exigem dos profissionais de vigilância atuação preventiva para evitar situações mais difíceis, garantindo a proteção do patrimônio e das pessoas. Contudo, eles devem também saber gerir ocasiões de assaltos reais, garantindo a proteção do patrimônio e dos usuários (por exemplo, evitar que as pessoas sejam feridas durante possível troca de tiros).

Quanto mais movimentada for a instituição, mais aprimorada deverá ser a gestão de segurança, com recursos tecnológicos mais eficientes, profissionais bem treinados e em bom número.

PORTAS GIRATÓRIAS
A porta giratória é um dos mais populares e eficientes recursos quando se fala em segurança em bancos. Ela precisa ser mais bem usada pelos vigilantes e funcionários da instituição para otimizar a proteção.

Para melhorar essa segurança, não se deve permitir que duas ou mais pessoas passem pela porta giratória simultaneamente. Sempre que ela travar e o usuário se encontrar na caixa de passagem, o vigilante deverá solicitar a ele que volte e entre novamente, passando pelo detector de metal. Nunca o profissional deve dar a impressão de que está desconfiado da pessoa, mas cumprindo um dever. Por isso, o controle de liberação da porta deve ser mantido distante da visão dos usuários.

OUTRAS REGRAS
É importante contar com um planejamento de segurança. No plano físico, as instalações devem ser avaliadas para ver se existem pontos frágeis a serem corrigidos, como riscos de invasões ou desvios. A tecnologia deve ser integrada e submeter-se a monitoramento rigoroso (circuito fechado de TV com gravação, biometria, controle de acesso de pessoas, veículos e materiais, sensores de presença, catracas). Uma sala de vigilância blindada também é recomendada.

Em relação ao plano operacional, é preciso controlar horários, dispor corretamente os outros equipamentos de segurança, definir a forma de comunicação (senhas, códigos). Também convém ter um plano de contingência para situações que fogem ao que foi planejado.

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