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1 de dezembro de 2020Entre as medidas estão: comunicado interno sobre prevenção à violência doméstica e familiar contra a mulher; canal de apoio à bancária vítima de violência; e outras formas de apoio como, por exemplo, a realocação da vítima em outro local de trabalho, garantindo o sigilo do mesmo
Na Campanha Nacional dos Bancários 2020, a categoria mais uma vez demonstrou ser vanguarda na luta por uma sociedade mais justa e igual para todos, conquistando a inclusão na Convenção Coletiva de Trabalho 2020, assinada em 4 de setembro, cláusulas de prevenção à violência contra a mulher (cláusulas 58 a 54). Entre as medidas conquistadas estão: comunicado interno, a ser enviado pelos bancos aos trabalhadores, sobre prevenção à violência doméstica e familiar contra a mulher; canal de apoio à bancária vítima de violência; e outras medidas de apoio como, por exemplo, a realocação da bancária vitima de violência em outro local de trabalho, garantindo o sigilo do mesmo, e linha de crédito ou financiamento especial para estas mulheres.
A conquistas desculpa as cláusulas é resultado de uma longa contribuição teórica , sindical , negocial e que esperamos se tornar em iniciativas práticas que protejam de fato a vida das mulheres
“A conquista destas cláusulas é resultado de uma longa construção teórica, sindical e negocial sobre o combate a violência contra a mulher, que esperamos que se tornem iniciativas práticas para proteger de fato a vida das mulheres”, destaca a dirigente sindical Silmara Antônia da Silva, do Coletivo de Gênero do Sindicato, que recentemente escreveu um artigo – em parceria com a também dirigente do Sindicato e pesquisadora da Faculdade 28 de Agosto, Ana Tércia Sanches, publicado no caderno de notas técnicas da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, edição de outubro – sobre políticas de acolhimento nas instituições bancárias.
Em 2019, houve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídio, em comparação com o ano anterior. 1.314 mulheres foram mortas pelo simples fato de serem mulheres, uma a cada sete horas. Os dados são do Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Fonte: Contraf

