INFORMATIVO

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A Federação dos Bancários de Santa Catarina, através do presidente Armando Machado Filho participou da reunião desta segunda-feira (13/04) como integrante da Contec/Comissão de Negociação em uma teleconferência com os representantes da FENABAN para debater: atualização sobre ações no Setor Bancário em relação aos bancários, clientes e sociedade.

Na teleconferência, os sindicatos trataram das condições de trabalho, operacionalização das mudanças realizadas pelos bancos e das medidas provisórias que foram editadas pelo governo, especialmente a 927 e a 936, além da votação da MP 905 bem no meio da crise.

O Comando voltou a cobrar a intensificação da higienização das agências, no intuito de reduzir o risco de contágio, e que houvesse a padronização no tratamento em caso de suspeita de contaminação do bancário.

Outra cobrança diz respeito ao fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual. Há casos de agências com falta de máscaras e álcool em gel. Os bancos afirmaram que já fizeram compras de uma grande quantidade de EPIs, inclusive, protetor facial. A expectativa é que o material esteja disponível em uma semana e meia em todas as unidades dos maiores bancos do país.

A cobrança de protetores de acrílico nas agências para aumentar a segurança dos trabalhadores. Alguns bancos já se comprometeram em implementar a medida. O objetivo é que todos adotem o mecanismo.

Hoje, graças à atuação dos sindicatos, 250 mil bancários trabalham em casa e 2.100 agências estão fechadas, por conta do teletrabalho. A representação dos bancários solicitou à Fenaban que as lactantes e mães com filhos menores fossem incluídas no grupo de risco, já que somente algumas empresas adotaram essa postura. Os bancos ficaram de dar retorno.

Como ainda há aglomeração na porta das agências, os sindicatos querem que as empresas contratem pessoas para ordenar as filas. Os profissionais devem ter a devida proteção, com fornecimento de equipamento adequado, e apoio das guardas municipais e Polícia Militar.

O Comando reivindicou ainda a aquisição por parte dos bancos de testes para diagnosticar o coronavírus entre a categoria. As empresas afirmaram estudar o mecanismo porque estão em falta no mercado.

Sobre as férias compulsórias e o banco de horas, estabelecidos por alguns bancos sem qualquer negociação com os sindicatos, a Fenaban reafirmou que a atitude está autorizada pela MP 927, que não exige o diálogo com as entidades sindicais.

O Comando considera um método ruim porque viola a negociação. A Fenaban alegou que esse tipo de tratamento é melhor do que as demissões.

Outro informe passado pela Fenaban é que, em razão do agravamento da crise, não descartam a implementação da MP 936, que prevê a redução de jornada com diminuição salarial, além da probabilidade de suspensão de contrato com uma compensação do seguro-desemprego, a ser pago pelo governo.

“Reafirmamos que não vamos aceitar perda de direitos. Entendemos o momento delicado, mas os bancos representam o setor mais lucrativo da economia”, afirmou presidente Armando Machado Filho.

Gostaríamos de registrar que o Presidente Armando Machado Filho, representando a Federação dos Bancários de Santa Catarina, foi muito elogiada por todos os participantes da teleconferência, por sua incansável luta pelos direitos dos bancários e também pelo representante da Fenaban, pela forma que vem conduzindo todas as negociações.

FEEBSC
Armando Machado Filho
Presidente

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