Bradesco lidera Transformação Digital no setor financeiro

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Bradesco lidera Transformação Digital no setor financeiro

Apesar do forte avanço das fintechs, os bancos ainda seguem na vanguarda quando o assunto é propagar a cultura digital no modelo de negócio.

Numa escala de 0 a 5, o Bradesco conquistou nota 4,5 por fortalecer aspectos de sua atuação como plataforma digital

O estudo concluiu também que o atributo digital ainda é mais associado à marca Itaú, enquanto o Santander é a organização que tem evoluído mais rapidamente na implantação de serviços e diferenciais digitais a seus clientes.

Para chegar neste resultado, a consultoria se debruçou em instrumentos como cliente oculto, enquetes on-line, inteligência competitiva, análise de mídias sociais, premiações, posições em rankings do setor, além de entrevistas com executivos dos bancos e com clientes, além de parceiros tecnológicos. As notas foram construídas com base em diversos critérios que materializam o processo de competitividade a partir da transformação digital.

Numa escala de 0 a 5, o Bradesco conquistou nota 4,5 por fortalecer aspectos de sua atuação como plataforma digital, o que inclui o desenho de ofertas e serviços nativos digitais, aplicativos integrados, visão única do cliente e inovação colaborativa. Constam da lista das cinco mais digitais a Caixa + Youse (4,2); o Itaú-Unibanco + Cubo (4,1); o Banco do Brasil (4,0) e o Santander (3,9).

“A análise foi tanto internamente, avaliando como são usados os sistemas de gestão, como são destinados os investimentos em TI, metodologias avançadas, organização produtiva e plataformas, bem como externamente, ou seja, a partir da avaliação de seus diferentes stakeholders, como clientes e consumidores”, explica Segundo Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting e responsável pelo estudo “Régua da Transformação Digital no Setor Financeiro”.

O executivo também conta que o estudo confirma o vanguardismo das cinco maiores operações bancárias do Brasil quando o assunto é propagar cultura digital em seus processos mesmo diante de um cenário de forte avanço das fintechs. Domenghetti acredita que os bancos sobrevivem a todas as transformações devido ao tamanho de suas operações e por conta da agressividade em antecipar movimentos.

“Principalmente agora com a corrida para atender os novos consumidores e à digitalização interna necessária para manter a curva ascendente da nova economia, que envolve tendências como Open Banking, IOT, Blockchain, CX, Big Data/Analytics e novos canais digitais, incluindo o varejo e as agências”, finaliza.

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